Acervo Plínio Marcos · 1935-1999 Santos · São Paulo · Brasil
Dramaturgo · Jornalista · Cronista

Plínio
Marcos

repórter de um tempo mau

Santos, 1935. São Paulo, 1999. De palhaço de circo a maior dramaturgo do avesso do Brasil. Contava a vida de quem ninguém quer ver.

Plínio Marcos, retrato Acervo

Plínio Marcos
A vida

Quem foi

Palhaço de circo, camelô, funileiro, jornalista. Virou o maior dramaturgo do avesso do Brasil. Contava a vida de quem ninguém quer ver.

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Cena de Barrela
O teatro

A obra

Barrela, Navalha na Carne, Dois Perdidos numa Noite Suja. Peças escritas com a fala da cadeia, do porto, do puteiro. Teatro sem enfeite.

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Plínio de punho erguido
21 anos proibido

A censura

Barrela ficou vinte e um anos proibida. Peça atrás de peça, a ditadura calou o autor. Ele não recuou, não pediu perdão, não mudou de assunto.

A luta contra a censura →
Plínio na bienal do livro
A literatura

Os livros

Quando proibiram o palco, ele foi pro papel. Querô, Nas Quebradas do Mundaréu. Vendia os próprios livros na rua, camelô da literatura.

Os livros →
Plínio na redação
A imprensa

O repórter

Coluna diária, crônica de futebol, cobertura de Carnaval. Escrevia teatro em forma de reportagem e reportagem com alma de teatro.

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Casamento com Walderez, 1963
As fotografias

O álbum

Fora da briga, um homem de casa. Walderez, os filhos, os netos, os amigos. As fotos de família de quem quase não parava quieto.

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A obra
Eu sempre escrevi em forma de reportagem. As minhas peças não têm ficção. Eu escrevo, desde Barrela, reportagens.

Plínio Marcos