
Quem foi
Palhaço de circo, camelô, funileiro, jornalista. Virou o maior dramaturgo do avesso do Brasil. Contava a vida de quem ninguém quer ver.
Ler a biografia →
Palhaço de circo, camelô, funileiro, jornalista. Virou o maior dramaturgo do avesso do Brasil. Contava a vida de quem ninguém quer ver.
Ler a biografia →
Barrela, Navalha na Carne, Dois Perdidos numa Noite Suja. Peças escritas com a fala da cadeia, do porto, do puteiro. Teatro sem enfeite.
Ver as peças →
Barrela ficou vinte e um anos proibida. Peça atrás de peça, a ditadura calou o autor. Ele não recuou, não pediu perdão, não mudou de assunto.
A luta contra a censura →
Quando proibiram o palco, ele foi pro papel. Querô, Nas Quebradas do Mundaréu. Vendia os próprios livros na rua, camelô da literatura.
Os livros →
Coluna diária, crônica de futebol, cobertura de Carnaval. Escrevia teatro em forma de reportagem e reportagem com alma de teatro.
As colunas →
Fora da briga, um homem de casa. Walderez, os filhos, os netos, os amigos. As fotos de família de quem quase não parava quieto.
Ver o álbum →Eu sempre escrevi em forma de reportagem. As minhas peças não têm ficção. Eu escrevo, desde Barrela, reportagens.
Plínio Marcos